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Etec Martin Luther King

10/06/2014

 Ao longo de nossa caminhada muitas pedras apareceram pelo caminho. A maioria delas, senão todas, conseguimos contornar porque quando se trabalha com verdade, foco e determinação, os obstáculos tornam-se desafios e as dificuldades acabam virando aprendizado para o aperfeiçoamento.

Quando começamos o recolhimento de garrafas com o Projeto “Eu faço a diferença no mundo” sabíamos que não seria muito fácil, mas que, com certeza, muitos gostariam de participar e o processo de premiação com camiseta ecológica seria muito fácil porque o intuito de todos fazendo a parceria com a empresa Camiseta Feita de Pet seria o de ajudar o meio ambiente.

Tivemos um caso com a ETEC Martim Luther King onde os adolescentes de um determinado curso nos ligaram para participar. Mandamos o projeto por e-mail com todas as regras e com as quantidades mínimas para a premiação.

O projeto descreve que para ganhar 100 camisetas de pet o participante deve recolher uma tonelada de garrafa pet. A unidade da camiseta ecológica recebida poderia ser com estampa personalizada com um desenho de tamanho de folha de papel A4 e até três cores de impressão.

Os alunos começaram a recolher as garrafas e antes de atingirem 200 quilos, queriam receber 100 camisetas com a promessa de que continuariam recolhendo as garrafas.

A estampa que eles escolheram era nada mais nada menos do que uma camiseta INTEIRA com estampa sugerindo a veste dos minions daquele filme Malvado favorito. Ou seja, não cabia nas regras do projeto.

Quando sugerimos que eles pagassem a diferença do trabalho (porque uma camiseta dessas envolve muito trabalho com telas de mais de um metro de altura), eles se revoltaram e ameaçaram denegrir o nome da nossa empresa.

Tivemos que falar com o professor deles para que explicasse as normas do projeto e dissesse que eles estavam sendo injustos e de certa forma anti-éticos difamando a Camiseta Feita de PET.

Enfim tudo se resolveu e este fato foi uma lição para nós, que sempre acreditamos no trabalho honesto e justo. Esperamos que tenha sido um aprendizado também para aqueles adolescentes para que eles não pensem que é só dar um “jeitinho” e conseguimos resolver tudo.